Tristeza do meu Rio

Tristeza do meu Rio Amazonas…
Esse de larguezas e braços-caminhos,
E de volúpia.
De água que corre lenta,
Mas sempre tumultuosa.
Rio que não pára,
Que anda.
Que tem o movimento em seu corpo-
Tempo como alavanca.
Rio que se condói pela vida
Que em seu bojo se emana.

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